Estudos Sobre Saúde

Malformação Arteriovenosa, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento

A malformação arteriovenosa (MAV) é conceituada como um conjunto de lesões primárias da artéria e são observadas na fase embrionária da criança. Os sinais e sintomas de malformação arteriovenosa (MAV) tendem a não se manifestar nos anos iniciais de vida, mas, evoluem com o passar do tempo e não regridem naturalmente.

As lesões da malformação arteriovenosa (MAV) evoluem proporcionalmente ao crescimento do corpo e de um modo geral, o crescimento é provocado por estímulos fisiológicos, endócrinos, traumáticos, infecciosos e desnutrição dos tecidos, predispondo o aparecimento de feridas.

Conforme a região em que a malformação se apresenta, pode provocar comprometimento estético grave ou até sintomas como dor, edema localizado de membro, constipação intestinal , sangramentos, entre outros vários sintomas. https://go.hotmart.com/O5592252L

A malformação arteriovenosa (MAV) é uma má formação dos vasos sanguíneos que obstrui o fluxo de sanguíneo, resultando stress de bombeamento do sangue ao coração.

Diagnóstico da Malformação Arteriovenosa (MAV):

Geralmente o diagnóstico da MAV é clínico. As malformações arteriovenosas são incidências de exames de imagem de rotina ou para investigação de outras doenças.

Para estudo e indicação adequados do tratamento, se faz necessário realizar exames de imagem: ultrassonografia Doppler, tomografia, ressonância magnética ou angiografia.

Tratamento da Malformação Arteriovenosa (MAV):

As formas como as malformações arteriovenosas (MAV) se apresentam podem ser simples ou complexas, com tratamento específico para cada tipo. É necessário entender bastante a diferença entre as duas formas, conhecer o objetivo do tratamento, planejar bem a técnica que será feita no paciente.

As malformações arteriovenosas de fluxo baixo geralmente apresentam resultados mais satisfatórios quando tratadas com técnicas de esclerose percutânea (punção e injeção de substâncias através da pele em cima da lesão) e a malformação arteriovenosa de alto fluxo pode ser tratada por embolização endovascular.

A técnica de embolização é menos invasiva, sendo feita com anestesia local e sem cortes. É feito na virilha, um pequeno furo de e mm, onde serão colocados todos os cateteres para a realização da embolização.

De posse de um aparelho de Radioscopia digital, o cirurgião endo-vascular, introduz cateteres na artéria que está alimentando a malformação e injeta substâncias que provocam a oclusão da artéria. Fazendo isso, o fluxo que alimenta a malformação é interrompido, fazendo com que a malformação se degenere e reduza seu comprimento, aliviando os sintomas ao paciente.

As malformações arteriovenosas cerebrais são formadas durante o desenvolvimento do embrião. Eles podem causar sangramento e são tratados de três maneiras

As malformações arteriovenosas cerebrais (mav) não são hereditárias e possivelmente têm origem congênita e resultam de erros genéticos que acontecem na fase embrionária.

A malformação arteriovenosa (MAV) geralmente é um emaranhado de centenas de minúsculas artérias e veias sem a organização normal dos capilares e o sangue arterial transporta oxigênio e nutrientes para as células, posteriormente passando para as veias, retornando para o coração e os pulmões.

“O sangue arterial chega nas veias com velocidade e pressão muito altas”, relata Edoardo Boccardi , diretor da neurorradiologia intervencionista do hospital Niguarda, em Milão. As veias dilatam-se e o tecido cerebral pode ficar irritado, com dores de cabeça muito fortes, algumas vezes, com convulsões epilépticas. Nos casos mais graves, as paredes das veias podem romper, provocando hemorragia cerebral “.

Os tratamentos com finalidade de cura. Três intervenções cirúrgicas para serem analisadas para cada caso:

* Embolização: é feita com anestesia geral, um cateter com mais ou menos dois milímetros de diâmetro é introduzido na artéria femoral direita e traçado até as artérias do cervicais, controlando os movimentos através de raios X, esclarece Boccardi. No interior deste tubo, outro tubo é introduzido bastante macio e mais fino, até alcançar o emaranhado da malformação arteriovenosa (mav). Neste local, a substância embolizante é injetada e rapidamente se solidifica. O objetivo é preencher os vasos mal formados e posteriormente eliminá-los da corrente sanguínea até ser extinto.

* Radiocirurgia: “É feita sem anestesia, altas doses de raios gama são administradas de modo preciso sobre a malformação, preservando as estruturas cerebrais circunvizinhas e promovendo o fechamento contínuo dos vasos no decorrer dentro de alguns meses “, fala Boccardi.

* Cirurgia tradicional:  Algumas vezes é preciso a intervenção com o bisturi, abrir o crânio e remover a malformação.

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Fonte: Pesquisa online.

Imagens: Bing.

 

 

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